Finanças Pessoais

Bem Estar Financeiro

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“Bem-estar financeiro pode ser definido como um estado no qual a pessoa pode cumprir totalmente suas obrigações financeiras atuais e em andamento, pode sentir-se segura sobre seu futuro financeiro e está apta a realizar escolhas que a permitam aproveitar a vida” .

Consumer Financial Protection Bureau (CFPB)

bem estar financeiro

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CARTÃO DE CRÉDITO

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  PRÓS

  • Organizador do orçamento

Com a concentração de pagamentos em uma única data, facilita o planejamento financeiro.

  • Antecipação de renda

Com até 40 dias do vencimento, é uma vantagem importante na gestão do caixa (desde que se pague o total da fatura)

  • Emergência

Em caso de um imprevisto, seu crédito já está aprovado e pode assim “quebrar um galho”.

  • Conveniência

É mais prático e conveniente carregar um cartão do que dinheiro vivo e tem melhor aceitação do que cheques.

 CONTRAS

  • É uma péssima opção de financiamento

As taxas de juros dos cartões são extremamente elevadas e levam a um endividamento excessivo e incontrolável.

  • Não é antidepressivo

Não raro, em ocasiões adversas o povo vai às compras “armados” de seu cartão poderoso, para compensar seus problemas – quando chega a fatura, a depressão aumenta.

  • Ilusão

Sensação de ter dinheiro no bolso.

Não constitui renda extra.

Não é complemento salarial.

  • Segurança

Sobretudo em operações pela internet e clonagens, é necessário observar os cuidados específicos.

dinheiro&cartão de crédito

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VICIADOS EM CONSUMO (ONEOMANIA)

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A doença do consumo desenfreado chama-se oneomaniaMania de ter ônus, impulso obsessivo por compras, vontade incontrolável de comprar, sem critérios, sem necessidade e, mesmo sem dinheiro. É classificada como uma doença obsessivo-compulsiva. 

Em parte, essa doença é consequência do estilo de vida que a sociedade nos imprime. Somos bombardeados constantemente por inúmeros apelos de consumo. Seja na internet, televisão, rádio, enfim, por todo lado tem alguma coisa nos pressionando para comprar isto ou aquilo. Nem sempre nos damos conta se precisamos ou se temos condições financeiras. Só sentimos que queremos e pronto! As telenovelas são exemplos claros. Criam modas e necessidades. Todo mundo quer o corte de cabelo da atriz tal, o relógio, o carro, etc. O aparelho de telefonia móvel tem que ser o último modelo, o mais tecnológico possível, mesmo que não se use todos seus recursos. E assim por diante. As chamadas propagandas subliminares, que só são percebidas pelo subconsciente, nos levam a ser atraídos por produtos sem muita conexão com a nossa realidade e, muitas vezes, nos causam os transtornos comuns da doença do consumo. 

São frequentes as brigas entre casais, problemas no emprego, relacionamento com amigos e familiares devido à gestão confusa e danosa da vida financeira. 

 

Cena do filme “Delírios de consumo de Becky Bloom”.

 Os principais sinais da oneomania são:  

·        Não ter controle financeiro nenhum; 

·        Ter muitos cartões de crédito; 

·        Pagar o valor mínimo do cartão de crédito; 

·        Contrair empréstimos para pagar outros empréstimos; 

·        Desconhecer quanto deve; 

·        Está sempre procurando coisas para comprar; 

·        Tem atritos familiares por conta de gastos excessivos; 

·        Paga as contas sempre com atraso; 

·        Compra produtos em quantidades exageradas; 

·        Mente ou esconde  compras e dívidas; 

·        Está sempre buscando novas formas de crédito; 

·        Gasta mais do que pode pagar. 

 O consumo causa um bem estar extremo. É um vício como outro qualquer. Muitas vezes ganha força de remédio para depressão, frustração, vazio ou coisa parecida. Por isso deve ser tratado. Assim como outros vícios, o primeiro passo é o reconhecimento da doença e a iniciativa de procurar ajuda. 

 

Algumas dicas para controlar o vício do consumo:  

·        Elaborar um orçamento financeiro que comporte seus gastos e estilo de vida; 

·        Limitar o uso de cartão de crédito, reduzir o número de cartões e paguar sempre a fatura total. Caso não consiga elimine-os! 

·        Busque conhecer as causas de sua ansiedade por compras: solidão, vazio, depressão, etc., e trate de cuidá-las; 

·        Não se sinta inferior por não ter o último modelo ou o mais moderno. Não entre nesta competição; 

·        Pensar sempre se o produto é mesmo essencial. Se posso viver sem ele. Estabeleça prioridades para sua vida e não para um momento; 

·        Evitar cair no canto das sereias das propagandas. Seja seletivo nas suas escolhas; 

·        Enfim, educação financeira, psiquiatra e grupos de terapia são os remédios mais indicados para o tratamento. 

 

GASTOS COM VIAGENS NO EXTERIOR

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TIPO 

IOF 

OBSERVAÇÕES 

DINHEIRO EM ESPÉCIE

0,38%

PAGA-SE MENOS IOF,

TEM-SE O VALOR DEFINIDO NO ATO DA COMPRA

INCONVENIENTE DE TRANSPORTAR

CUIDADO COM FURTOS

TRAVELER CHEQUES

6,38%

TEM-SE O VALOR DEFINIDO NO ATO DA COMPRA

TEM MAIOR SEGURANÇA QUE O DINHEIRO

INCONVENIENCIA DE TROCAR NOS BANCOS LOCAIS

CARTÃO PRÉPAGO

6,38%

TEM-SE O VALOR DEFINIDO NO ATO DA COMPRA

É BEM ACEITO EM VÁRIOS ESTABELECIMENTOS

PODE-SE RECARREGAR A QUALQUER MOMENTO

EVENTUAIS SOBRAS PODEM SER REVENDIDAS OU GUARDADAS PARA PRÓXIMAS VIAGENS

SE HOUVER PERDA DO CARTÃO HÁ REPOSIÇÃO

CARTÃO DE CRÉDITO

6,38%

É MAIS ÚTIL PARA EMERGÊNCIAS

O VALOR DO CÂMBIO SÓ É CONHECIDO NA FATURA, PORTANTO PODE-SE TER SURPRESAS DESAGRADÁVEIS

Planos de Saúde/Seguro Saúde:Um desafio para o planejamento de aposentadoria

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Ao elaborar um planejamento de aposentadoria, um dos itens mais difíceis e complexos de lidar, são os custos com a saúde.

Não sabemos quanto tempo viveremos e que tipo de doença poderá nos acometer, e quais os cuidados e medicamentos terão que dispor. Sobretudo, sabemos que, estatisticamente, estamos vivendo mais tempo, porém nem sempre com a qualidade e padrão que gostaríamos.

Somadas as essas incertezas, temos um ponto crucial: quanto nós gastaremos com o plano de saúde ou seguro saúde?

Aqui tenho que abrir um parêntese. Segundo o IBGE 75% dos brasileiros não possuem nenhum plano ou seguro saúde, nem planejamento de aposentaria complementar. Ou seja, dependerão exclusivamente da aposentadoria oficial e do SUS. Situação cada vez mais preocupante, em face da estrutura deficiente e crítica das instituições públicas e falta de projetos de médio e longo prazo.

Os planos de saúde possuem reajustes de preços controlados pela ANS – Agência Nacional de Saúde, fato que torna um pouco mais fácil de projetar o orçamento pessoal, pois normalmente esses reajustes acompanham de perto os índices de inflação. Por outro lado, estes planos estão fadados ao fracasso e extinção. As operadoras não querem mais oferecer esse produto. Muitos deles estão em dificuldades financeiras e dão coberturas limitadas, descredenciam hospitais, laboratórios e profissionais. Remuneram mal os prestadores, atrasam o pagamento, glosam pedidos médicos e dificultam o acesso aos serviços.

Por outro lado, o seguro saúde tem uma rede de prestadores maior e mais qualificada. As operadoras preferem trabalhar essa modalidade de serviço, pois fogem à regra da ANS de reajuste de preços. Estes são praticados de acordo com a sinistralidade da carteira, e esses dados não são de fácil acesso dos segurados. Então eles praticam os preços que bem lhes convier. Nos últimos anos foram sempre muito acima da inflação.

Se acaso o cidadão for pagar por um serviço médico, nos deparamos com um absurdo ainda maior: os preços são diferenciados. Exames laboratoriais, principalmente. As operadoras remuneram, pelo mesmo exame valores infinitamente menores do que um usuário individual. As consultas médicas, da mesma forma. Na média, uma consulta custa R$250,00 em São Paulo, as operadoras remuneram os prestadores em R$50,00!Uma colonoscopia custa cerca de R$10.000,00 (dez mil reais), caso você não tenha um plano qualquer; as operadoras reembolsam aos prestadores cerca de R$ 800,00 (oitocentos reais). São diferenças enormes, das quais temos que observar atentos e nos precaver .

O grande desafio é projetar os custos com o seguro: temos que trabalhar com uma grande margem de segurança para que no futuro não tenhamos uma desagradável surpresa ao perceber que a conta não fecha.

Pesquisa CNI – Dificuldades financeiras dos brasileiros – dezembro 2013

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Pesquisa da CNI – Confederação Nacional das Indústrias aponta as principais dificuldades financeiras dos brasileiros:

52% – Redução de despesas da casa por falta de dinheiro

48% – Dificuldade para pagar contas ou cartão de crédito

34% – Realizar novas dívidas para cobrir despesas pessoais e da família

26% – Ter que procurar um trabalho extra

17% – Dificuldade em pagar aluguel ou prestação da casa

16% – Demissão ou perda de emprego

5% – Ter que mudar o filho de escola particular para pública

Dívidas

85% dos brasileiros tem alguma dívida

24% estão mais endividados

33% continuam com as mesmas dívidas

28% diminuíram suas dívidas

59% dos mais endividados a fizeram sem planejamento

HOLDING FAMILIAR NO PLANEJAMENTO FINANCEIRO PESSOAL

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Holding Familiar é uma ferramenta altamente eficaz, de caráter profissional para administrar um patrimônio familiar e conduzir um bom Planejamento Financeiro Pessoal.

Holding é uma palavra de origem inglesa que significa segurar, manter, controlar, guardar.
“As holdings são sociedades não operacionais que tem seu patrimônio composto de ações de outras companhias. São constituídas ou para o exercício do poder de controle ou para a participação relevante em outras companhias, visando nesse caso, constituir a coligação. Em geral, essas sociedades de participação acionária não praticam operações comerciais, mas apenas a administração de seu patrimônio. Quando exerce o controle, a holding tem uma relação de dominação com as suas controladas, que serão suas subsidiárias”. (CARVALHOSA, 2009, 14)
Pode assumir a forma de sociedade anônima, sociedade simples ou empresária.

PORQUE FORMAR UMA HOLDING FAMILIAR.
1. Proteção do Patrimônio Pessoal
Quando os sócios da holding possuem riscos de responsabilidade civil o patrimônio pessoal fica exposto e sujeito a essa responsabilidade (penhora, alienações judiciais, etc.).
No caso da holding, os bens não são atingidos diretamente a não ser em casos extremos quando houver o afastamento da personalidade jurídica da holding (fraudes, desvio patrimonial em situação de insolvência, etc.).

O que se torna passível de penhora, no caso da holding são os frutos e rendimentos que as quotas ou ações irão produzir, ou as próprias quotas ou ações, conforme preceituam os art. 1.026 e 1.031 do Código Civil.

Neste caso, o parágrafo 2º do art. 1.031 estipula que o pagamento das quotas pertencentes ao sócio devedor será feita no prazo de 90 dias ou naquele previsto no contrato (quanto este instrumento tratar da retirada do sócio), o que representa
inegável proteção, uma vez que a preferência será sempre dos outros sócios na aquisição das quotas do devedor nas condições que o contrato estipular.

Se a holding adotar a forma de sociedade simples, não estará sujeita à falência.
Desta forma, a holding representa uma proteção contra eventual ataque aos próprios bens que foram conferidos para formação do capital.

2. Redução nos tributos;

EVENTOS

HOLDING FAMILIAR

INVENTÁRIO

Tributação da Herança e Doação

4%

4%

Tempo para criação ou tempo do inventário

+-30 DIAS

+- 5 ANOS

Tributação dos Rendimentos

12%

27,50%

Tributação da venda de Bens Imóveis

5,80%

27,50%

Sucessão conforme novo Código Civil para casamentos com comunhão parcial de bens

Cônjuge NÃO é herdeiro.

Cônjuge É herdeiro.

3. Concentração do patrimônio familiar numa única gestão facilitando e tornando mais eficaz sua administração, evitando desgastes entre os membros da família e atividades de risco;

4. Facilitar o planejamento sucessório evitando trasntornos com processos judiciais de inventário, que são mais onerosos e lentos.